Começamos com a técninca da pintura envolvendo ritmo, figura-fundo e constância de precepção. Mas pra que mesmo?
Ora, é simples: Não tenha essa habilidades desenvolvidas não, pra você ver se consegue captar de uma assembléia o que se quer realmente dizer!!?
Foram divididas as equipes e foram observadas as as organizações (que foram parecidas), as técnicas de pinturas (idem) e as sensações, que variaram um pouco, por exemplo: o primeiro grupo falou que se sentiu tranquilo e o ambiente favoreceu a concentração. O segundo grupo disse que sentiu medo de errar, necessidade de concentração e alegria quando terminou. O terceiro grupo sepreocupou apenas em não errar. Aequipe quatro sentiu que deveria ter controle pór parte de todos e foi importante favorecer a participação.
Elton fala que no DRP devemos nos organizar para fazer um bom trabalho, escolher as técnicas necessárias e administrar sensações.
Neidinha diz que quanto a conversar começar a tomar rumos alvoroçados devemos redirecionar.
Cristina, estagiária, diz que o trabalho da pintura se assemelha com o que fazemos nas comunidades: vários grupos, várias conduções ,Tânia concorda com ela.
César, instrutor de música, chama a atenção para os altos e baixos e que devem ser somados para a extração de um bom produto.
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