segunda-feira, outubro 31, 2005

AS FOTOS DO ENCONTRO COM ZEZÉ DE CAMARGO E LUCIANO



O SHOW QUE NUNCA ESQUECEREMOS.






OLHA AÍ A APRESENTAÇÃO NO HOTEL CÍVICO.




A ESPERA NO HOTEL





O AQUECIMENTO

sexta-feira, outubro 28, 2005

OS DOIS FILHOS DE FRANCISCO E A BANDA ARTE LATA

Precisamos dividir com todos nosssa emoção.
Ontem a Banda Arte Lata fez uma apresentação para os cantores Zezé de Camargo e Luciano no Hotel Cívico, aqui em Parnaiba. Pois não é que foram convidados por eles para dividirem o palco durante o show!!!
Gente foi uma alegria geral: os meninos pulavam de alegria e é claro todos nós dando o apoio necessário ( Não posso deixar de dizer que nós estávamos exultantes). E lá fomos nós em comitiva para o clube.
Os meninos fizeram bonito. E eles também pois são de uma hombridade, de uma humanidade, de um desprendimento com as coisas que a vida proporcionou a eles que impressionou a todos. Acredito que comungam da filosofia de que o apego à fama não os farão melhor depois desta vida , afinal estamos todos aqui de passagem e eles são OS FILHOS DE FRANCISCO.
Ah, mais uma coisinha: Prometo postar as fotos ainda hoje.

quinta-feira, outubro 27, 2005

3º DIA DE CAPACITAÇÃO PARA O DRP

Começamos com a técninca da pintura envolvendo ritmo, figura-fundo e constância de precepção. Mas pra que mesmo?

Ora, é simples: Não tenha essa habilidades desenvolvidas não, pra você ver se consegue captar de uma assembléia o que se quer realmente dizer!!?

Foram divididas as equipes e foram observadas as as organizações (que foram parecidas), as técnicas de pinturas (idem) e as sensações, que variaram um pouco, por exemplo: o primeiro grupo falou que se sentiu tranquilo e o ambiente favoreceu a concentração. O segundo grupo disse que sentiu medo de errar, necessidade de concentração e alegria quando terminou. O terceiro grupo sepreocupou apenas em não errar. Aequipe quatro sentiu que deveria ter controle pór parte de todos e foi importante favorecer a participação.

Elton fala que no DRP devemos nos organizar para fazer um bom trabalho, escolher as técnicas necessárias e administrar sensações.

Neidinha diz que quanto a conversar começar a tomar rumos alvoroçados devemos redirecionar.

Cristina, estagiária, diz que o trabalho da pintura se assemelha com o que fazemos nas comunidades: vários grupos, várias conduções ,Tânia concorda com ela.

César, instrutor de música, chama a atenção para os altos e baixos e que devem ser somados para a extração de um bom produto.

quarta-feira, outubro 26, 2005

terça-feira, outubro 25, 2005

CAPACITAÇÃO PARA O DRP

Começamos com a dinâmica : Procurando seu par e depois aplicamos a dinâmica do agrada-incomoda, conseguimos captar que o que mais agradou foi a possibilidade de sincronia mesmo estando longe do par e o respeito ao ritmo de cada um.

Em seguida passamos para a parte teórica mesmo do DRP. Nos grupos haviam temas a serem trabalhados.

O primeiro grupo começou pela problematização e cada um deu seu parecer e sua visão dentro do trabalho que fazemos, o que mais me chamou a atenção foi quando a Neidinha que é a Coordenadora do Núcleo de Nutrição disse que em suas conversas na comunidade não induz a uma resposta de sim ou não apenas e que a pergunta deve ser direcionada para o interesse coletivo.

Ivanda que é a Gerente Administrativa disse que a coleta de idéias necessita da participação de todos. Tonico, instrutor de futebol, completa: É, mas tem gente que acha melhor escrever do que falar e Fabiana, monitora lúdica ainda arremata: e ainda tem aqueles que dizem para o colega do lado no intuito que este faça sua vez mas tudo isto é forma de participação.

Eu por minha vez fiquei calada, só ouvindo mas observei também que muitos dos que estavam lá ficavam calados mas se manifestavam no olhar, outros nem queriam falar quando não concordavam e, entendemos que até a não manifestação é também uma forma de participar.

O segundo grupo começou com Antonio que é assistente de nutrição falando que as dinâmicas de grupos ajudam a apredizagem de qualquer assunto e Tânia , coordenadora lúdica diz: o trabalho em pequenos grupo é muito mais produtivo do que em grandes aglomerados porque na plenária os tímidos não falam.

César, instrutor de música, falou de como organizar pequenos grupos e de como fortalecer a troca de informações e a integração entre os participantes. Alice , monitora lúdica diz: e também tem que se ter cuidado com o individualismo e falta de cooperação quando se trabalha em grupo.

O terceiro grupo começou com a Maria que é monitora comunitária falou sobre PELANÁRIA E GRUPO, a conclusão que chegaram foi: que a primeira muitas vezes apresenta o problema mas que o segundo analisa até chegar a um acordo de solução. Marília, voluntária nas aulas de dança, falou da importância da distribuição das tarefas e respeito aos horários e que não se deve emitir juízo de valor quando alguém estiver falando.

Elton, coordenador do grupo de jovens, fala sobre as diferentes formas de apresentação e do papel do apresentador e entre as formas de apresentação citou: Painel limpo, Verso, Tarjetas a postos para apresentação, Palavras chaves.

Amanhã continuaremos.

segunda-feira, outubro 24, 2005

MANHÃ DE LAZER

No útimo planejamento de atividades, a diretora da Escola Renato Castelo Branco , do Alto Santa Maria, deu a idéia de fazermos uma manhã de lazer em conjunto. Como a maioria concordou foi para planejamento.
Aconteceu, então, na última sexta- feira reunindo aproximadamente 330 pessoas entre pré adolescentes, crianças professores e funcionários do PPSJ.
A sra. Francisca, que é a diretora, disse que nunca tinha feito uma atividade onde houvesse um número tão grande de participação tanto dos pré-adolescentes e crianças quanto dos adultos que estavam lá e que a idéia de fazer o evento juntos foi maravilhosa.
Começou às 8h e 30 min e terminou às 17 horas.
Mas também, como diz a Luana, nossa Gerente Operacional : Foi com emoção!! Teve sessão de vídeo, lanche,apresentação da banda Arte Lata, banho de mangueira, almoço, gincana( bola ao cesto, corrida de saco, cabo de guerra, atividades de percepção sensorial, corrida de revezamento, embaixadinha entre outros.
E ainda teve entrega de premiação com troféus e medalhas!!!
Ao final todos estavam exaustos, mas com muito pique ainda pra brincar.

VOCÊ SABIA?

...que Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o dia 20 de novembro para ser o Dia Universal da Criança, quando se comemora a Declaração dos Direitos da Criança?
...que no Brasil, o direito da criança e do adolescente é garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente?

A PREPARAÇÃO PARA O DRP

Hoje começamos nosso treinamento interno para o DRP.

Fizemos uma leitura de uma dinâmica muito interessante, sobre comunicação e participação e logo em seguida houve o debate sobre esta.

Dividimos as equipes em 2 grupos para a montagem da Escada de Participação, com o intuito de mapear o conceito que cada um poderia ter sobre Participação.

É claro que os degraus se misturaram e ao final as duas equipes, embora ainda relutantes nos seus conceitos, conseguiram chegar a um consenso sobre a escada que melhor definiria participação.

sobre visão de participação tivemos conceitos como: ..."é idealizar e executar também" . " ... é interagir com o grupo por meio do chamado para a ação".

O primeiro dia foi muito proveitoso , esperamos que amanhã seja mais ainda.

sexta-feira, outubro 21, 2005

AGORA É O ALTO SANTA MARIA EM CENA

















No Alto Santa Maria as coisas também foram emocionantes. Crianças, jovens, famílias, posto de saúde e escolas estavam lá.


Devido o sucesso do desfile o percurso foi até estendido. Detalhe: os pequeninos estavam tão eufóricos que nem se mostraram cansados.

E NAS COMUNIDADES....


No último planejamento as instituições que compareceram, propuseram um desfile nas comunidades e, quando perguntados sobre o objetivo, tanto os PSF’s quanto escolas e associações disseram que era para que as comunidades vissem que estamos trabalhando juntos e não um pra cada lado.
Que bom, É este o entendimento que precisamos ter!
Vejam o desfile no João XXIII.






quinta-feira, outubro 20, 2005

AINDA SOBRE DRP

O DRP acontecerá em três momentos:

O primeiro acontecerá na sede do PPSJ e envolverá toda a equipe de campo.
O segundo será o DRP propriamente dito que acontecerá por amostragem num espaço externo à comunidade favorecendo uma concentração mais profunda nos trabalhos.
O terceiro momento acontecerá também em espaço externo e consistirá na apresentação e interpretação de resultados.

terça-feira, outubro 18, 2005

NOSSO TRABALHO COM NUTRIÇÃO

Para combater a fome e a miséria que atingem milhões de seres em todo o mundo são exigidos esforços, persistência e muita coragem para não apenas neutralizar a fome, mas atacar as causas e aqui ouso fazer uma adaptação ao dito popular: Não apenas dar o peixe, mas após dá-lo ensinar a pescar. Ou ainda como diz o economista queniano James Shikwati se referindo aos países ricos com relação à Africa : "Se agirem como babá, os africanos se tornarão uns inúteis que não sabem fazer nada". Então é tirar lição.

O trabalho com o leite de soja nas comunidades tem três vertentes:
Incentivo ao aleitamento materno - segundo o UNICEF, crianças amamentadas pelo menos por dois meses não tendem a morrer de diarréia;
Acompanhamento nutricional - desde a tiragem do status nutricional até as noções mais básicas de higiene, contracepção entre outros assuntos afins;
Cursos de alimentação alternativa - mesmo com parcos recursos as famílias podem oferecer uma alimentação segura e de qualidade.

O leite de soja é oferecido às crianças em situação emergencial de desnutrição. Interessante é que mesmo não recebendo o leite, a maioria das crianças cujas mães passam por capacitação nos três níveis acima citados, não recaem na desnutrição, podem até entrar em risco de desnutrição, em função da desestruturação financeira, mas não para a desnutrição severa.

Trabalhamos capacitando para enfrentar a adversidades.

segunda-feira, outubro 17, 2005

TOR

Pronto o TOR já está feito e deverá ser erguido sob três pilares fundamentais: participação, participar é tomar parte das decisões e ter parte nos resultados; comportamento, as pessoas que venham a ser chamadas a colaborar com o levantamento venham abertamente se engajar no processo e, técnicas de campo..

Nosso objetivo é diagnosticar a realidade local buscando saber a viabilidade da implementação de um novo projeto de transferência de tecnologias já utilizadas para as comunidades, visando a saída do PPSJ dos bairros em, no máximo, três anos.

Usaremos como estratégias acontecerá uma oficina de dois dias de treinamento para os aplicadores do DRP, com estudos de levantamentos de campo, datas, intrumentos e técnicas de campo além do facilitador serão escolhidos outras funções e atribuições. A coleta e sistematização das informações acontecerão em conjunto com a equipe, por fim o encaminhamento das atividades que possibilitará a elaboração do projeto.

Até mais.

sexta-feira, outubro 14, 2005

PARCEIROS DO PPSJ













A escola tem entre seus atributos a formação cidadã de seus alunos. Ela não pode descontextualizar os conteúdos das realidades existentes. Assim, a escola que apoiar seu fazer educacional nos quatro pilares(UNESCO) estará fortalecendo o tecido social ao qual está inserida, são eles: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.
Os alunos do Colégio Dez, reconhecendo o mundo que os rodeiam, trabalhando em conjunto em projetos motivadores com a intenção precípua da cooperação, fizeram uma doação de brinquedos para o PPSJ. Nesta foto estão representantes da escola e do PPSJ no dia do recebimento.
Por que ser parceiro é, antes de tudo, reconhecer-se no outro.

segunda-feira, outubro 10, 2005

EDUCAR É DEIXAR PARTICIPAR MESMO.


Meu olhar tem se debruçado nas relações entre educador e educando, até já havia tocado nesse assunto em uma postagem anterior.

Penso que este assunto deve nos remeter a condutas, princípios, mas nunca a receitas prontas. Em todas as relações o fio que separa o ver do olhar, o ouvir do escutar, o apalpar do tocar é muito tênue. Imagine na escola. Muitas vezes isto não é uma prática muito comum, visto que nós educadores, em nome de uma pretensa perfeição, não “escutamos” nossos educandos, o que nos faz pensar em ética e moral.

Mas o que são essas palavras tão usadas e pouco vividas? Elas provêm de valores que aprendemos no seio das famílias, a escola tem mesmo é que proporcionar essas cristalizações. Mas não quero aqui abrir discussão, apenas suscitar a vontade de usá-las em nossas relações evitando a violência ante ao direito dos outros, pois lançando um olhar sobre as crises profundas que desestruturam a sociedade, a violência tanto física como moral, é presença marcante na vida de alguns.


Fico me perguntando se na escola não estamos fadados a ter a ética apenas como um tema transversal onde um educador leva um texto sobre, digamos, referendo e pronto. Que ficou de positivo naquela ação? As opiniões foram levadas em conta?Será que esta ação da discussão positiva está presente nas próprias relações entre os agentes que constituem a comunidade escolar? Ou é algo descontextualizado “apenas para cumprir programa?” A violência que me refiro aqui é a que viola mesmo, e a violência no ambiente escolar muitas vezes não é explícita, clara, não se vê o constrangimento físico ou uso da força nas dependências da escola.

Existem várias formas da violência estar presente no cotidiano escolar. Ela aparece de forma dissimulada quando os agentes da escola não favorecem a participação ou a igualdade de condições para todos os alunos, dão a entender de modo sutil sobre suas desconfianças em relação às potencialidades dos alunos; usam do conhecimento ou da posição hierárquica para humilhar e até ameaçam com avaliações e punições a fim de obter disciplina, e não buscam um consenso construído e legitimado.

Como afirma Rubem Alves: "Ensinar é uma tarefa mágica, capaz de mudar a cabeça das pessoas, bem diferente de apenas dar aulas" (Nova Escola, 2002, p. 45).

Uma Ética é construída quando o educador se reconhece, no educando, (Ops, nosso amigo Paulo Freire é mestre nisso).

Gente é possível uma escola onde a lição social é o partilhar de um mesmo mundo, com cooperação e ética. E os porquês ficam onde?

Se na escola acontecem situações que violam o valor e a importância das pessoas é porque elas são, em alguma medida, potencializadas pelas relações lá existentes. O discurso e a ação devem caminhar juntos, senão fica essa nomia de discurso pra um lado e ação pra outro.

Toda abordagem educativa deve repugnar o achatamento daquele que pretensiosamente é entendido com o que “sabe menos”. Ela deve pautar-se na subjetividade tridimensional do educando que é: ser respeitado pelo educador como sujeito não apenas de direitos, mas também de cognição e de desejos, só assim o processo educacional será de fato humano.


sexta-feira, outubro 07, 2005

CRIANÇA FELIZ!?

Apesar do corre-corre de todos vocês pensei em colocar um pouco da história do dia da criança no Brasil. O Dia da Criança foi criado em 1955 por um executivo de uma fábrica de brinquedos. Outras fábricas de brinquedos e lojistas gostaram tanto da idéia que promoveram a Semana da Criança.

Curioso é que o Dia da Criança é comemorado em diferentes datas.

Para o Unicef, um órgão da ONU que cuida da infância, a data considerada para a homenagem é 20 de novembro, quando se comemora a Declaração dos Direitos da Criança publicada em 1959.
Vejam eles:
1. Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
2. Direito à proteção especial para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
3. Direito a um nome e a uma nacionalidade.
4. Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.
5. Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
6. Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
7. Direito à educação gratuita e ao lazer infantil.
8. Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.
9. Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
10. Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.


Além de estimular a venda de produtos infantis, o que realmente está sendo feito?
Nossas crianças estão na escola? Não falo aqui só de indicadores quantitativos. E o acesso a uma identidade? são realmente protegidas?
Quais as iniciativas governamentais para erradicar a fome extrema que assola nossas famílias?E a redução da mortalidade infantil?
Esses são alguns dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio que inclusive já citei aqui. Iniciativas como capacitar famílias em alimentação segura e alternativa entre outras ações, são de extrema importância se realmente queremos comemorar o dia da criança e ultrapassar o recorde de vendas de brinquedos.
É só para que as pessoas revejam o sentido deste dia.
Até mais

DRP

Temos que fazer o Termo de Referencia (TOR). Pensávamos faze-lo com uma consultoria externa, mas não foi possível. Como trabalhamos com adversidades, vamos estudar e fazer nós mesmos.

quarta-feira, outubro 05, 2005

... ENTÃO BAILEMOS

A partir dos sete/oito anos as crianças do núcleo lúdico passam para as atividades com pré-adolescentes. A maioria adora, muitas vezes ainda recusam, outras não se identificam com a música, o futebol ou as artes circenses.

Assim, conversando com uma adolescente, que não é do projeto mas que está constantemente engajada em nossas ações, esta me disse: -Por que então a gente não dá aulas de dança, eles adoram (meninos e meninas). Idéia supimpa!!! Pois assim eles fazem esta transição sem muita quebra, pois as turmas vão ter crianças de sete a dez anos.

O objetivo é articular percepção, imaginação, emoção, sensibilidade e reflexão, como também ver a dança como manifestação coletiva/cultural. Esta adolescente chamou outra colega do mesmo colégio onde estuda e vão as duas dar aulas de dança no João XXIII e no Alto Santa Maria , duas vezes por semana. Hoje eslas estão no João XXIII.
Pode deixar que vocês vão ficar informados sobre esta "arte tude", com licença pra brincar, desta duas adolescentes.

COMUNIDADE DE CATADORES DE CARANGUEJOS

Foi em Carnaubeiras, no vizinho estado do Maranhão que fomos na segunda feira passada, nós do PPSJ e a Embrapa.
A viagem tinha por objetivo mostrar para a comunidade de carnaubeiras o projeto que foi construído à partir dos Fóruns do Caranguejo.
O objetivo do PPSJ é estimular a participação de crianças e adolescentes para que estes vejam as alternativas sustentáveis de produção, a melhoria nas condições de vida e preservação do meio ambiente e participação como forma de crescimento comunitário.
Foi lá que conheci "seu Zé Ana", catador de caranguejo experiente, e dono desta foto tirada durante o festejo,há uns três anos. Ele disse que tirou a foto enquanto o caranguejo ainda estava graúdo por que hoje os caranguejos estão de fazer vergonha, afirmou convicto da profissão e da prática. E arrematou: -Pena que meus netos não verão um caranguejo tão bonito como este.
Após a palestra de sensibilização para o projeto, dirigiu-se a nós e disse:
-Ah, agora sim, tenho fé de tirar mais fotos como esta.
Lá vamos montar Recantos Lúdicos e uma escola de Informática e Cidadania. Os temas a serem trabalhados serão escolhidos de acordo com a contextualização que a comunidade nos der.
Vamos postando para que as pessoas entendam melhor nosso dia a dia.
Até mais pessoal

sábado, outubro 01, 2005

DRP

Estamos nos preparando pra realizar um DRP com as comunidades. Pense num negócio difícil de fazer!!! Entre tantas outras definições temos que procurar saber quem vai participar, convidar, preparar a equipe para a aplicação desta ferramenta. Mas vai dar tudo certo. Primeiro temos que nos inteirar do assunto. Vou me policiar pra deixar todos informados.

MINHA CULPA

Ontem postei uma ótima notícia sobre o adolescente que foi escolhido para o BANCO DO BRASIL. Está com letras garrafais, porque ontem grafei errado e, em respeito aos meus leitores, dou a mão à palmatória.